Primeira reunião do Conselho na gestão Ibaneis Rocha reafirma posição do Consórcio como Estado e não Governo

Primeira reunião do Conselho na gestão Ibaneis Rocha reafirma posição do Consórcio como Estado e não Governo
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Durante reunião virtual do Conselho de Administração do Consórcio Brasil Central, que reúne os estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Maranhão, Rondônia e o Distrito Federal, nesta quarta-feira (10), em Brasília, o secretário-executivo, vice-governador do DF, Paco Britto, afirmou que vai dar continuidade a tudo que está sendo feito. “Na gestão Ibaneis, o Consórcio é Estado e não governo”, adiantou Paco.

Nesse sentido, os conselheiros autorizaram o encaminhamento de manifestação de compra de 14 milhões de vacinas contra a Covid, prosseguindo com uma demanda que havia sido feita pelo ex-presidente do Consórcio, governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, na última Assembleia dos Chefes do Executivo, realizada em janeiro passado. O documento será encaminhado às Embaixadas da Índia, China, Rússia, Estados Unidos e às fabricantes.

É o primeiro passo para que as unidades da federação consorciadas possam formalizar um processo para eventual compra compartilhada das vacinas. “Sabemos que não existe vacina hoje disponível para a venda e entrega a curto prazo. Somente a partir do segundo semestre. Contudo, é importante que possamos auxiliar o Governo Federal junto ao Plano Nacional de Imunização”, destacou Paco Britto.

Loteria Brasil Central

Outra pauta discutida foi a criação da Frente Parlamentar de Apoio ao Consórcio Brasil Central no Senado e uma Loteria única para o território do Consórcio. Nesse sentido, Paco Britto vai disponibilizar para os 6 Estados o processo que está em andamento, em fase adiantada, no Distrito Federal. É um projeto de cunho social e fiscal.

Os conselheiros também discutiram a ideia de promover uma Feira de Agronegócios da região ou a participação do Consórcio nas Feiras que já são realizadas anualmente em cada Estado e no DF. “Nosso território é o mais rico do país neste setor e precisamos, além de dar maior visibilidade à gigantesca produção que temos, abrir novos mercados e ampliar as fronteiras para os negócios”, ressaltou o secretário-executivo do BrC.